sexta-feira, 25 de março de 2016

Servidores da Justiça repudiam o golpismo e defendem a democracia



Em nota, eles repudiaram, veementemente, as "ações conspiratórias"


No texto, os servidores protestam contra o vazamento seletivo em órgãos da impresa de conversas privadas da "líder maior da Nação, a presidenta Dilma Rousseff", tal fato, aponta a nota, "põe em risco a soberania nacional, agride de morte o papel de equilíbrio, moderação, prudência, cautela, austeridade, imparcialidade e comedimento da magistratura a ela imputados por lei e que dela se exige".

O manifesto pede ainda que "o Poder Judiciário e o Ministério Público atuem estritamente nos limites da Constituição". E indica o caminho da "defesa a legalidade, da democracia e do Estado Democrático de Direito".
Segue abaixo:
Manifesto de servidores do Poder Judiciário da União e do Ministério Publico da União, em defesa da democracia e contra o golpismo

Nós, servidores públicos do Poder Judiciário e do Ministério Público da União, abaixo-assinados, diante do quadro de crise política e institucional que se instalou no País, vimos a público manifestar nosso mais veemente protesto de defesa da legalidade, da democracia e do Estado Democrático de Direito, nosso mais intenso repúdio contra toda ação conspiratória e desestabilizadora, isolada ou coletiva, contra as liberdades individuais e democráticas, travestidos ou não de atos jurídicos ou acobertadas pelo manto da credibilidade, da neutralidade e da isenção do Poder Judiciário Federal e do Ministério Público Federal.

Publicamos este manifesto num momento em que presenciamos o vazamento seletivo em órgãos da imprensa, de conversas privadas da líder maior da Nação, a Presidenta Dilma Vana Roussef, por um magistrado, que tem por função precípua a defesa da Carta Magna e dos direitos e liberdades pessoais. Tal procedimento do magistrado, típico dos estados policiais, põe em risco a soberania nacional, agride de morte o papel de equilíbrio, moderação, prudência, cautela, austeridade, imparcialidade e comedimento da magistratura a ela imputados por lei e que dela se exige.

Queremos, como servidores públicos e também como cidadãos da sociedade à qual prestamos serviço, que, no atual cenário de acirramento de ânimos, o Poder Judiciário e o Ministério Público atuem estritamente nos limites da Constituição, lei maior instituída pelo povo brasileiro e a todos imposta, não se deixando contaminar por paixões ideológicas, por interesses de classe e por artifícios desestabilizadores, golpistas e revanchistas. A serenidade deve prevalecer sobre a paixão política, de modo que a vida nacional transcorra dentro da normalidade e que as instituições, os valores e as regras democráticas sejam preservadas. A democracia foi reconquistada no Brasil após muita luta e não há de ser colocada em xeque por ações voluntaristas, personalistas e temerárias por quem quer que seja.

“O afeto ou o ódio mudam a face da justiça”. (Blaise Pascal)

segunda-feira, 16 de novembro de 2015

CPT de Iguatu Realiza Assembleia Diocesana de Trabalhadores e Trabalhadoras


A Comissão Pastoral da Terra da Diocese de Iguatu Realizou 
nestes dias:14 e 15 de Novembro de 2015,
a sua Assembleia Diocesana de Trabalhadores(as) 
na Paroquia São João Batista de Cedro,
 Foi um momento de refletirmos sobre a atual conjuntura Politica,
Social, Economica e Eclesial e que intervenção pode 
ser feita pela CPT nesta realidade.Espaço tambem de 
parada para avaliarmos a caminhada do Triênio 2013-2015,
Planejarmos os proximos passos da CPT e elegermos a nossa Coordenação Diocesana.





Pastorais Sociais da Diocese de Iguatu Realiza Assembleia Diocesana



Aconteceu no dia 14 de Novembro de 2015 na Paroquia São João Batista Cedro, a Assembleia Diocesana das Pastorais Sociais. A Referida Assembleia teve caráter formativo,avaliativo e deliberativo. como encaminhamentos foi reorganizada a comissão diocesana e apresentada Propostas de Ações Para 2016